Nem todas as histórias de amor são epopeias.
Por vezes são meros contos
domingo, 2 de setembro de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Reencontro com a loucura
Dar, sem medo de não receber
Sentir,
sem vergonha de ser mal interpretado
Querer, sem pensar no amanhã
Confiar,
porque não há razão para não o fazer
Fechar os olhos e permitir a invasão de
sensações que explodem dentro de nós
Olhar e ser compreendida
Chegar e ser protegida
Querer e ser correspondida
Sentir,
sem vergonha de ser mal interpretado
Querer, sem pensar no amanhã
Confiar,
porque não há razão para não o fazer
Fechar os olhos e permitir a invasão de
sensações que explodem dentro de nós
Olhar e ser compreendida
Chegar e ser protegida
Querer e ser correspondida
sábado, 7 de abril de 2012
Vertigem
Para lá da pele,
para lá do sentir
para lá da vontade
Pensamentos que gritam
Mais alto que a sensação,
Sensações que esmagam
o pensamento
Limitações do ser físico
Traduzidas numa vertigem
sábado, 24 de março de 2012
Fénix
Um dia, um olhar
Um sonho, um sorriso
Um querer, em arrepio
Caminhos cruzados
Percursos diferentes
Um momento sentido
Olhar catraio, sedução
Sorriso sincero, sentimento
Arrepio de pele, sensualidade
Momentos esperados
Percursos Alterados
Caminhos paralelos
sexta-feira, 16 de março de 2012
Sintonias
Embala-me na tua calma
Protege-me no teu peito
Diz-me que tudo ficará bem
A forma como danças comigo
Ao som de uma melodia imaginária
Só audível aos nossos sentidos
Acorda-me deste torpor
Mostra-me o teu mundo
Leva-me pela mão aos seus recantos
Olha para mim
Vê-me
Protege-me no teu peito
Diz-me que tudo ficará bem
A forma como danças comigo
Ao som de uma melodia imaginária
Só audível aos nossos sentidos
Acorda-me deste torpor
Mostra-me o teu mundo
Leva-me pela mão aos seus recantos
Olha para mim
Vê-me
quarta-feira, 7 de março de 2012
Pensamentos
No meio das folhas entoa tristes melodias, e cada nota que emite é uma evidência de sua alma imaculada
Enquanto canta, a amarga dor da morte penetra seu íntimo e ela treme como uma folha.
Quando lhe resta apenas um sopro de vida, bate suas asas e agita suas plumas, e deste movimento produz-se um fogo que transforma seu estado.
Breve, madeira e pássaro tornam-se brasas vivas, e então cinzas.
Porém, quando a pira foi consumida e a última centelha se extingue,
uma pequena Fénix desperta do leito de cinzas.
Farid al-Din Attar, no livro A Conferência dos Pássaros, de 1177
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