"Ás vezes temos de fazer coisas imperdoáveis só para continuar a viver"
A frase não é minha e vem na sequência de um triângulo amoroso.
Deixou-me a pensar
Sei que fiz coisas imperdoáveis, só para me sentir viva
Sei que fui vitima desse sentimento de "morte" por parte de outros
Sei que a necessidade de "adrenalina" nos leva a fingimentos cruéis
Mas ..........
Sei, também, ou melhor descobri, que é
possível ser inteiramente honesta despojada
de artifícios, fingimentos e armas, mas que
é nessa altura que descobrimos os actos
imperdoáveis do próximo.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Pensamentos
O Mal é sempre o "querer",
O desejo, a vontade de mais
Deixar de querer é um processo
...................doloroso
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Pensamentos
Apesar de até aqui não terpensado no assunto
É verdade
Quando se morre e se regressa,
nada permanece igual
Existe um vazio dentro de nós
Que nada parece preencher
Uma fome de coisa nenhuma,
Uma fartura de outro tanto.
Nada nem ninguém parece falar
a mesma linguagem, até os sinais
parecem ter perdido a capacidade
de serem lidos.
É como acordar num país que não fala
a mesma linguagem.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Pensamentos
Já fui dona do mundo
Já fui dona de mim
Já fui dona da vida
Já perdi o mundo
Já me perdi
Tudo o que tentei , vivi
Tudo o que procurei, encontrei
Tudo o que amei, recebi
Não tive medo de nada
Não virei as costas a um querer
Não desisti de um desejo
Tive uma vida cheia, intensa, preenchida, total.
Já fui dona de mimJá fui dona da vida
Já perdi o mundo
Já me perdi
Tudo o que tentei , vivi
Tudo o que procurei, encontrei
Tudo o que amei, recebi
Não tive medo de nada
Não virei as costas a um querer
Não desisti de um desejo
Tive uma vida cheia, intensa, preenchida, total.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Na curva perigosa dos cinquenta
derrapei neste amor.
Que dor!
Que pétala sensível e secreta me atormenta
e me provoca à síntese da flor
Que não sabe como é feita:
amor
Na quinta-essência da palavra, e mudo
de natural silêncio já não cabe
em tanto gesto de colher e amar
A nuvem que de ambígua se dilui
nesse objecto mais vago do que nuvem
e mais indefeso, corpo!
Corpo, corpo, corpo
Verdade tão final, sede tão vária
a esse cavalo solto pela cama
a passear o peito de quem ama.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
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